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7 de novembro de 2009

Franz Kafka era um Fanfarrão

fanfarroes

“Só podia encontrar a felicidade se conseguisse subverter o mundo para o fazer entrar no verdadeiro, no puro, no imutável” Franz Kafka

kafka

Franz Kafka foi um escritor de língua alemã, famoso principalmente pela novela A Metamorfose, que, assim como outras obras, retrata indivíduos preocupados em um pesadelo de um mundo impessoal e burocrático. No título, ele conta a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante, que um dia acordou transformado em uma barata gigante.

Filho de Herrmann Kafka e Julie, cresceu sob influência judaica, checa e alemã e apesar de sua insegurança e sentimento de culpa, a escrita de Kafka é marcada pelo seu tom despegado, imparcial, atenciosa ao menor detalhe, e que abrange os temas da alienação e perseguição. Sua escrita recebe seu próprio nome e é considerada kafkaniana, mas toda essa fama não livrou Kafka da lista dos fanfarrões.

Kafka, apesar de seus casos românticos e sexuais, fazia visitas freqüentes a bordéis. Kafka também era adepto a cultura do naturalismo, era nudista, mas não dos comuns, ele seguia a idolatria apenas para admirar o corpo humano. Se exercitava peladinho duas vezes ao dia em frente a uma janela aberta, e pedia que sua então noiva Felice fizesse o mesmo e que também aprendesse a nadar para se divertir nos lagos completamente nua com ele, também nu, como o fazia sempre.

Apesar de aderir a idéia, quando frequentando spas nudistas, Kafka recusava-se a tirar as calças e era conhecido pelos outros hóspedes como o cara do calção de banho. Ele deveria gostar era de ver os outros em suas roupas de nascença.

Franz Kafka agregou e muito a literatura alemã e mundial, mas era um fanfarrão que adorava ver os outros pelados. Era um fanfarrão, mas um fanfarrão indescente.

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